[ O blog ]
Criei esse blog para publicar minha opini�o sobre alguns filmes que ando assistindo. Na verdade, escrever esses coment�rios � mais por satisfa��o pessoal mesmo, sem nenhuma pretens�o de dar uma de entendedor (o que n�o sou) ou for�ar de cr�tico. Longe disso, at� porque nem condi��es pra isso tenho. � 'gostei', 'n�o gostei' e pronto.
[ Me, me and me ]
Jefferson Ribeiro, 17 anos, nascido em 09 de julho de 1988.
Moro em Nil�polis / Rio de Janeiro
Estudo no CEFET/RJ - UnED N.I., fazendo curso t�cnico de Inform�tica.
Amo cinema.
Sou evang�lico e sou muito feliz por isso.
Jesus � o motivo da minha vida.
[ 7� Arte ]
Filmes:
Em Busca da Terra do Nunca
Kill Bill Vol. 1
Kill Bill Vol. 2
O Fabuloso Destino de Am�lie Poulain
Laranja Mec�nica
De Olhos Bem Fechados
E.T. - O Extraterrestre
Closer - Perto Demais
Meu Tio Matou Um Cara
Moulin Rouge - Amor em Vermelho
Trilogia "O Senhor dos An�is"
Efeito Borboleta
Menina de Ouro
21 gramas
O M�gico de Oz
O Expresso Polar
Procurando Nemo
A Fant�stica F�brica de Chocolate (2005)
A Fant�stica F�brica de Chocolate (1971)
Titanic
2 Filhos de Francisco
A Novi�a Rebelde
As Bicicletas de Belleville
O Cl� das Adagas Voadoras
Desventuras em S�rie
O Rei Le�o
O Fantasma da �pera
C�es de Aluguel
Quarteto Fant�stico
Sin City - A Cidade do Pecado
Lixo cinematogr�fico:
Jesus Cristo Superstar
Corpo Fechado
Mulher-Gato
O Nome do Jogo
Tratamento de Choque
Diretores:
Stanley Kubrick
Jorge Furtado
Quentin Tarantino
Atores/Atrizes:
Sean Pean
Johnny Depp
Kate Hudson
Natalie Portman
Jessica Alba
Uma Thurman
Nicole Kidman
Dakota Fanning
Roteiro: Closer - Perto Demais
Trilha sonora: Laranja Mec�nica
Fotografia: Mo�a com Brinco de P�rola e Barry Lyndon
Dire��o de arte: Desventuras em S�rie
Can��o original: 'The Blowers' Daughter' (Damien
Rice) - "Closer - Perto Demais"
[ outros blogs ]
Cinema e
outras coisas
Cin�filos
Eu assisti
Cinema em Casa
Wicked Game
[ sites ]
Cyber Gospel
Cinema em Cena
Adoro Cinema
Omelete
E-pipoca
Zeta Filmes
iFilmes
[arquivos ]
25/01/2006 01:28
SE EU FOSSE VOCÊ (2005) DE DANIEL FILHO
NOTA: 7.5
Eu gosto quando investem em filmes brasileiros que não têm como cenário a pobreza, favela, miséria, marginalidade e todas essas outras coisas. Não é comum vermos por aí que algum diretor daqui está filmando um romance, como esses, visto em massa no cinema americano (não estou dizendo que devemos imitar os americanos em suas produções; foi apenas um exemplo de filmes que não fazemos com freqüência).
Eis que pinta Se eu fosse você, uma comédia onde marido e mulher trocam de corpos. OK, é fato que esse tema está bastante manjado, mas vale tentar. E depois de assisti-lo resta dizer que foi uma boa tentativa.
Quando assisto um filme e ele me faz rir já é um bom sinal; Se eu fosse você me fez gargalhar (tenho problema com comédia, não se esqueçam). Uma história tão clichê que rendou ainda ótimas piadas. Ainda antes de haver a tal troca, quando somos apresentados ao casal, é fácil rir só de imaginar as situações que irão ocorrer depois da mudança. É claro, o roteiro investe nessas situações embaraçosas que cada um passará com a troca, mas em nenhum momento nos deparamos um filme banal. O filme é somente uma comédia muita divertida, nada mais.
O melhor de tudo é a dupla de protagonistas. Tony Ramos é excelente, tudo lhe cai e representa qualquer personagem com uma naturalidade incrível. Aqui, mostra um timming cômico perfeito (vê-lo dançando Eu sei que sou bonita e gostosa... é hilário) e descobrir ator melhor para o papel é improvável. Glória Pires também arrasa e está melhor do que na novela das oito. Todos os outros atores (globais, óbvio quando isso vai mudar?) fazem papéis secundários: Thiago Lacerda não faz diferença, qualquer ator faria bem sua personagem; Daniele Winnits mostra que se não fosse seu corpo não estaria no filme; Glória Menezes, apesar de pouco aparecer, como sempre ótima.
Foram 96 divertidos numa sala de cinema. Não é qualquer filme que me entretem e este realizou isso com facilidade. Tudo bem que tem uma propaganda nada discreta da Schin, mas qual é o problema? Se eu fosse você ia agora ao cinema! (Esse trocadilho era de se esperar...).
...
Em tempo: Deu o trailer de O Código da Vinci. Fiquei na vontade. E pior que só em maio... =(
enviada por Jeffs
07/01/2006 22:13
Primeiro post de 2006!
Sem muitas palavras. Tou deixando meu comentário sobre King Kong, assistido essa semana. Comecei o ano bem no cinema. :D
Ah, não devo postar o meu Top 10 de 2005. Caso post, só finalzinho de janeiro. Motivo: escola. Argh!
Até mais!
KING KONG (2005) - De Peter Jackson
NOTA: 9,5/10,0
Peter Jackson é sinistro. Já não bastava ser dono de uma trilogia excepcional, vencedora de 17 Oscars, Jackson volta tão bem quanto em sua última aparição.
Confesso que na primeira hora de King Kong estava achando sua direção um tanto, digamos, esquizofrênica, com closers exagerados, movimentos de câmeras brutos. Mas que bom, foi só no início. Peter mostra-se eficaz no comando das grandes cenas de aventura; a seqüência dos dinossauros, a famosa cena de Kong no Empire State e todas as outras intermediárias são de fazer o espectador não piscar e levá-lo a uma leve empolgação.
Mas a eficácia do diretor não se limita às cenas de ação somente; ele realizou o que era ponto chave no filme: tornar palpável a relação entre Kong e Ann (Naomi Watts). As cenas em que são mostrada essa relação de amor entre o macaco e a mocinha não ficam perdidas entre as tantas outras repletas de efeitos especiais, pelo contrário, a sutileza presente nas mesmas as tornam marcantes (a cena em que Ann encontra Kong no centro de NY é perfeita).
A interpretação de Naomi Watts é excelente. A impressão que Naomi passa para o espectador é que realmente tem um macaco de 8 metros ali no estúdio, contracenando com ela. Jack Black cria satisfatoriamente o cineasta ambicioso, mostrando que também é bom em personagens sérios. Mas o melhor de todo o elenco é Kong. Graças aos realistas efeitos especiais, Kong torna-se um personagem humano. Cada sentimento seu é passado com clareza (ele brinca como uma criança, se entristece, sorri, fica com raiva...) e Kong facilmente cativa o espectador.
A direção de arte mostra-se eficiente em recriar impecavelmente uma Nova York da década de 30, resultando um visual admirável. Sem falar da perfeita - e medonha - maquiagem realizada nos habitantes da Ilha da Caveira.
Agora, responda-me uma coisa: como eles conseguiram transportar Kong da Ilha da Caveira a Nova York? Esse buraco no roteiro é o único problema do filme (a primeira hora só é estranhamente dirigida, mas funciona). Não era necessário mostrar nos mínimos detalhes como eles conseguiram essa proeza - uma vez que o filme é longo e estica-lo mais não seria muito bom -, mas retratar esse fato seria de uma importância extrema.
De qualquer forma, King Kong é demais, excelente, maravilhoso e mais um pouco. Um dos melhores filmes de 2005 só deu as caras lá pro finalzinho do ano. Espero, do fundo do meu coração, que 2006 seja repleto de filmes de qualidade, como King Kong.
enviada por Jeffs
31/12/2005 20:45
Putz, um mês sem atualizar! Não gosto mesmo de ficar tanto tempo sem vir aqui; dá a impressão de que não levo esse blog a sério. Mesmo sabendo que não tenho muitas visitas, que quase ninguém lê o que escrevo, eu curto muito escrever pra cá. Esse buraco de tempo sem atualizar rezume-se principalmente ao fim da greve lá da escola. Cara, vou te contar... Não dá pra acreditar que em pleno dia 26 de dezembro eu estava na escola, que dia 2 de janeiro eu também estarei numa sala de aula assistindo aula de física. Pior que é reta final (4º bimestre)... Tenho que estudar muito. Tá sinistra a situação.
Período escolar no fim resulta em menos filmes assistidos. Pra vocês verem: nesse mês, só fui duas vezes ao cinema (vi Nárnia duas vezes :D) e não assisti quase nada em casa (foram somente 14 filmes). E se dezembro foi assim, que dirá janeiro! Putz, se eu ver uns 8 filmes serão muitos.
'Nossa, esse ano passou rápido'. Todo ano, todo mundo fala isso, mas realmente 2005 vôou.
É, foi mais um ano. 2005 foi legal para mim. Algumas coisas que gostaria muito que se realizassem esse ano se realizaram graças a Deus. Outras, não. Não devia ser a hora né?...
Bem, mas quero te desejar um 2006 maravilhoso. Tudo de bom sempre. Muita paz, saúde, sucesso e muitos, muitos filmes. Que 2006 seja um ano novo na sua vida. Que Deus te abençoe grandiosamente!
Ah, assim que eu ver King Kong eu posto aqui o meu top 10 de 2005. =D Sei lá, algo me diz que é melhor ver esse filme pra depois fazer o top 10...
Então é isso. Até 2006!
Um abraço e até!
Total de filmes em 2005: 184
enviada por Jeffs
03/12/2005 17:11
Agora é Blig. O Weblogger é cheio de frescurinhas. Não estava conseguindo postar e sempre precisava contar com a sorte para conseguir ver o blog. Vamos ver como será aqui e seguir como se nada tivesse acontecido.
...
Repararam no detalhe novo do template? É né, Natal e 2006 estão chegando, tem que entrar no clima. Até que ficou maneirinha a parada.
Bem, mais um mês se foi. Resultado: post da lista dos filmes do mês. Esse mês consegui assistir apenas pouquíssimos 15 filmes. Cada vez menos... =( Mas pelo menos assisti alguns que adorei. Em relação a qualidade, novembro foi superior a outubro. Ah, não precisa dizer, mas já dizendo, é a minha opinião. Sei lá, gosto de lembrar isso...
Então segue aí:
1- ByeBye Brasil, de Cacá Diegues - O interessante do filme é a mostra do ínicio da televisão na vida dos brasileiros do norte do Brasil (o mérito do roteiro). É curioso ver a obsessão daquele povo por uma sessão de TV na praça e o fascínio que o possui por um eletroeletrônico que hoje é tão básico na vida das pessoas. E que surpresa ver Fábio Jr. atuar bem. É um filme mediano, mas tem suas qualidades. NOTA: 6.0
2- Rebeldes, de Annette Haywood-Carter - (Não, não é um longa da novela que é exibido no SBT. O nome da novela é no singular) Não tinha noção da existência desse filme. E se não fosse Angelina Jolie no elenco não teria curiosidade de assistí-lo. O divertido do filme é compartilharmos das aventuras das adolescentes, com personagens bem desenvolvidas. Perde o ritmo lá pro último ato, mas não que até aí o filme tenha sido sempre algo bom. NOTA: 5.5
3- O Coronel e o Lobisomen, de Maurício Farias - Poderia se esperar algo do alto nível de Lisbela e o Prisioneiro (a equipe do trabalho é basicamente a mesma, só muda o diretor), mas não, O Coronel e o Lobisomen é muito inferior. Além de uma dose dos efeitos especiais serem de péssima qualidade, o filme não cresce durante seu andamento. O elenco conta com atores talentosíssimos (Villela arrasa), sendo com certeza o atrativo do filme. Guel Arraes, Furtado e cia. são melhores. NOTA: 5.5
4- Digam o que quiserem, de Cameron Crowe - Cada filme que assisto do Crowe chego a conclusão final da minha tese 'Cameron Crowe é um diretor superestimado'. Sério, não vejo tudo isso na sua direção e muito menos em seus roteiros. Digam o que quiserem é insípito e sua histórinha é fraca. Mas John Cusack (interpreta o personagem principal) é um cara legal. Pelo menos isso. NOTA: 4.0
5- O Mágico de Oz, de Victor Flemming - Que filme encantador. Um sorriso ficava estampado em meu rosto em cada canção, em cada diálogo maravilhoso. Uma história para 'os jovens puros de coração'. E não esqueça: 'Siga o caminho dos tijolos amarelos'. NOTA: 9.0
6- Jogos Mortais 2, de Darren Lynn Bousman - Já comentado. NOTA: 8.5
7- Festim Diabólico, de Alfred Hitchcock - Hitchcock é sinistro. A edição é tão perfeita, que o filme parece ter sido todo filmado em uma só tomada. Quer coisa mais requintada que isso?! Demais! Roteiro sutíl, atuações no ponto e uma direção melhor que tudo isso. NOTA: 9.0
8- Jackass - O Filme, de Jeff Tremaine - Considerando isso como um filme, o que temos a dizer? Seus minutos de duração contém o seguinte: um bando de babacas que fazem coisas mais babacas ainda. Como alguém consegue se submeter a fazer coisas tão banais quanto aquelas? Uma merda ao cubo. NOTA: 0.0
9- Doce Novembro, de Pat O'Connor - Sabe esses filmes de história de amor que uma semana depois você já esqueceu o filme? Então, Doce Novembro se encaixa nesse grupo. No início tudo parece meio inverossímel, mas depois você vai se acostumando com a idéia e se deixa levar. Incrível a semelhança com Outono em Nova York. NOTA: 7.0
10- Clube da Luta, de David Fincher - Que narração em off é aquela? Calma! É maravilhosa. E é um dos atrativos do filme. Graças a Edward Norton que cria um personagem magnífico e realista. Direção super bacana de Fincher, que agiliza a trama. Quanto ao desfecho... Ah, eu gostei. E aquela cena final hein?! Demais. NOTA: 8.5
11- O Rei Leão, de Roger Allers e Rob Minkoff - (Revisto) Nem precisa dizer nada né? NOTA: 10.0
12- A Noviça Rebelde, de Robert Wise - Que vergonha. Vi esse filme pela primeira vez esse mês. Mas quanto ao filme... Putz, amo musicais (por ironia, o pior filme que já assisti é um musical). E esse tornou-se um dos meus preferidos. O filme tem quase três horas e em momento algum senti-me cansado. É verdade, você nem senti a hora passar. Uma história divertida, acompanhada por músicas maravilhosas. Ah, e Julie Andrew é uma graça =D. NOTA: 9.5
13- Vivendo na Eternidade, de Jay Russell - São esses filmes na Disney que quase ninguém conhece. Filminho chatinho. A história, apesar de boa, não envolve o espectador, culpa do fraco roteiro e da direção. Incrível como um filme de 88 minutos pode cansar tanto. NOTA: 3.5
14- Refém, de Siri - Um filme que me surpreendeu. Não é tudo isso, mas entretem pelo clima e ritmo do filme. O roteiro é o maior problema; possui uns buracos gravíssimos, além de investir em uma traminha banal. A direção é típica do gênero do filme - câmera lenta, trilha sonora bacana. Mas apesar de tudo você se diverte. NOTA: 7.0
15- Harry Potter e O Cálice de Fogo, de Mike Newell - Decepção. Foi o que senti quando o filme acabou. Minha expectativa era grande, mas realmente HP 4 deixa a desejar. O cálice de fogo é o mais maduro da série; o roteiro desta vez foca-se somente no que interessa, o Torneio Tribruxo e a retomada das trevas - nem sequer ouvimos falar nos parentes 'trouxas' de Harry, sapinhos de chocolate, etc. O roteiro também é o problema do filme, sendo mal desenvolvidos em alguns casos (Quem ganhou o Torneio Tribruxo? Não há nenhum tipo de premiação para o vencedor desse Torneio de tão grande importânica? Entre outros...), mas em todo tempo investe em diversos momentos cômicos. O elenco está mais crescidinho (Emma Watson está mais gatinha =P) e como sempre faz um bom trabalho. Fotografia, direção de arte e efeitos especiais (provavelmente será indicado ao Oscar) estão perfeitos. Uma aventura que às vezes falha em levar o espectador para o outro lado da tela. Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban continua sendo o melhor filme da série. NOTA: 7.5
P.S.: Não li o quarto livro. Se foi uma boa adaptação, não posso dizer. Mas também, de qualquer forma, não é isso que deve ser avaliado.
Melhor inédito do mês: A Noviça Rebelde
Melhor do mês: O Rei Leão
Pior do mês: Jackass - O Filme
Em tempo: Dia 9 está chegando! As Crônicas de Nárnia!
Em tempo 2 (nada a ver com cinema): Minha prima do coração se casou hoje. Fui padrinho, logo usei terno (ah, até que foi legal). Mas quero desejar imensas felicidades pra vocês, primos. Amo vocês. Deus os abençoem muito!
enviada por Jeffs
Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)